Não podes me ver, sou o vento, brisa suave que afaga a pele, o carinho ao amanhecer, a brisa que refresca. Carrego comigo os aromas de onde passo. Não sou só calmaria, posso ser o sopro forte, a tempestade que bagunça a vida. Se chego de mansinho você me deixa entrar, circular entre as flores, passear no sorriso e de repente você fecha a janela pra me manter longe o tempo que você quiser. Pelo vidro você sabe que estou passando.
Não importa se sou brisa ou tempestade, você não me vê. Podes não ver, mas só quero ser brisa leve e soprar alegria no seu peito.
